A Aids já vitimou 25 milhões de pessoas desde sua descoberta há quase 40 anos atrás. A falta de informação e o sexo desprotegido ainda são as principais formas de propagação da doença que não tem cura. No Brasil, em 2016, ocorreram 48.000 novos casos de infecção pelo HIV.

Graças ao avanço da medicina e do diagnóstico molecular, a Aids não é mais uma sentença de morte e é possível viver bem com a doença.

A Aids, sigla em inglês para a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (Acquired Immunodeficiency Syndrome), é uma doença do sistema imunológico humano resultante da infecção pelo vírus HIV (sigla em inglês para Vírus da Imunodeficiência Humana). Ao contrário de outros vírus, o corpo humano não consegue se livrar do HIV. Isso significa que uma vez que você contraia o HIV, você viverá com o vírus para sempre.

Ter o HIV não é a mesma coisa que ter a Aids. Há muitos soropositivos, pessoas infectadas pelo vírus, que vivem anos sem apresentar sintomas e sem desenvolver a doença. Mas, ainda assim, podem transmitir o vírus a outras pessoas.

Infelizmente, a Aids ainda não tem cura, mas tem tratamento. Se feito corretamente, a qualidade de vida do soropositivo é alta, permitindo uma vida normal, podendo relacionar -se e trabalhar.

O tratamento da Aids é feito com a terapia antirretroviral, que é a ingestão diária e para o resto da vida, de um coquetel de medicamentos com o intuito de fortalecer o sistema imunológico e combater o vírus. Todo o tratamento da Aids é fornecido gratuitamente pelo SUS.

“Estima-se que o número de mortes relacionadas à Aids no Brasil em 2016 foi 14.000”

Só se contrai o vírus HIV de uma pessoa infectada. Esta informação parece banal, mas muitas pessoas ainda acham que a Aids pode ser transmitida apenas pelo sexo, independente da saúde do(a) parceiro(a).

O diagnóstico da Aids é feito através do teste de HIV, que é um exame de sangue que mostra a presença de anticorpos contra o vírus. O teste da Aids também pode ser feito gratuitamente pelo SUS.

“Os testes de HIV só conseguem detectar a infecção 30 dias após a exposição ao vírus”

Por que o HIV provoca a imunossupressão?

O HIV infecta e destrói os linfócitos, células que fazem parte do nosso sistema imunológico. Este processo de destruição é lento e gradual, permitindo que os pacientes permaneçam assintomáticos por muitos anos. Isto significa que as pessoas podem ser portadoras do HIV por muito tempo sem necessariamente desenvolver a Aids.

Um paciente só é considerado portador da Aids quando o vírus HIV tiver atacado e destruído uma quantidade muito grande de linfócitos deixando o sistema imunológico muito debilitado. Com poucos linfócitos viáveis, o organismo se torna mais vulnerável a infecções, ficando suscetível a diversos tipos de vírus, bactérias, fungos e até tumores.

Na verdade, o vírus HIV em si provoca poucos sintomas. A gravidade da doença está nas chamadas infecções oportunistas, que são aquelas que se aproveitam da fraqueza do organismo para se desenvolverem.

“O Brasil representa 49% das novas infecções por HIV na América Latina”

A vantagem do diagnóstico molecular nas infecções oportunistas

É de fundamental importância o monitoramento preventivo desses vírus causadores dessas doenças oportunistas. Durante nossa vida sofremos algumas contaminações silenciosas. Vírus que permanecem inativos (latentes) e assintomáticos em nosso corpo. Quando nossa imunidade, por alguma razão, fica enfraquecida, esses vírus se multiplicam e provocam doenças muito mais agressivas e mortais.

A precisão e a alta sensibilidade do teste molecular permitem a detecção dos patógenos em amostras onde geralmente não são percebidos com facilidade, aumentando as chances de um diagnóstico preciso.

O KIT XGEN MULTI N9 é um teste in vitro para a detecção dos principais patógenos dessas infecções oportunistas. Uma única amostra é capaz de detectar 9 agentes causadores:

Adenovírus humano (HAdV)

Citomegalovírus (CMV)

Vírus Epstein-Barr (EBV)

Vírus Herpes simplex 1 e 2 (HSV1 e HSV2)

Vírus Varicella-Zoster (VZV)

Parecovírus humano (HPeV)

Eritrovírus B19 (B19)

Herpesvírus humano 6 e 7 (HHV6 e HHV7)

Enterovírus (EV)

A metodologia através da biologia molecular é a mais sensível para realizar esse tipo de teste, sobretudo a técnica de PCR (Polymerase Chain Reaction – Reação em cadeia da Polimerase) que consiste basicamente na amplificação in vitro usada para aumentar o número de cópias de uma região de DNA, a fim de produzir DNA suficiente para análise adequada.

O KIT XGEN MULTI N9 utiliza a PCR em Tempo Real, uma variação na técnica da PCR, a qual permite que a amplificação e detecção ocorram simultaneamente e o resultado é visualizado em Tempo Real, gerando resultados ainda mais sensíveis e com precisão para auxiliar a conduta médica e o tratamento adequado ao paciente imunocomprometido.

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