Até 20 anos atrás, possuir uma formação acadêmica era um diferencial e sinônimo de emprego garantido. Hoje em dia, possuir um diploma é obrigatório e o diferencial ficou por conta da pós-graduação.

Com o excesso de oferta de faculdades, ter um curso superior passou a ser considerado “fácil” e o mercado de trabalho está saturado de profissionais formados em uma mesma área. Para selecionar os melhores, nada melhor do que pesar os currículos dos candidatos, e é nessa hora que a pós faz toda a diferença. Podemos escolher entre especializações, residência, mestrado e doutorado, MBA, entre outros. Tudo vai depender de seus objetivos profissionais.

A falta de mão-de-obra especializada na área da saúde é um problema, assim como em outras áreas da economia brasileira. E, para piorar, as perspectivas, segundo analistas de mercado, não são animadoras. O lado bom da história é que se você é um profissional realmente qualificado, o mercado vai querer te acolher, te mimar e, até mesmo, aceitar suas exigências para trazê-lo ou mantê-lo na corporação.

Apesar do leque de opções, os profissionais devem estar atentos às instituições onde fazem seus cursos, pois as escolas de 1ª linha dão credibilidade à formação. E isto é o tipo de item que um avaliador de currículos não deixa passar despercebido. Porém, é preciso ter em mente que não só de diplomas se faz um bom profissional. Bons candidatos são aqueles que estão aptos a sobreviver às mudanças e demandas do mercado de trabalho.

 

Compartilhe:

Publicado por Brunno Câmara

Biomédico com habilitação em Análises Clínicas, residente em Hematologia e Hemoterapia no Hospital das Clínicas - UFG (HC-UFG). Cofundador e ex-presidente da Liga Acadêmica de Análises Clínicas da Faculdade Padrão. Criador e administrador do blog Biomedicina Padrão.

Este conteúdo é de responsabilidade do colunista e não expressa a opinião do LabNetwork.