Com uma visão focada no futuro da hemostasia e dos avanços tecnológicos e seus impactos na saúde do paciente, a Stago do Brasil levou, exclusivamente para o Congresso Brasileiro de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial, o renomado médico americano Adam Cuker, professor da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, que apresentou um simpósio sobre a avaliação dos novos testes anticoagulantes.

Em sua palestra, que reuniu um grande número de participantes, Cuker ressaltou que os novos fármacos, como dabigatran, rivaroxaban, apixaban e edoxaban, embora tenham uma ação anticoagulante previsível, o que faz com que não precisem ser monitorados rotineiramente, podem, dependendo da situação, demandar uma avaliação do efeito coagulante. “Medimos quando o paciente apresenta sangramento; é obeso, ou está abaixo do peso; apresenta disfunção renal, ou ainda nos casos em que há interação medicamentosa”, ressaltou.

Cuker também abordou sobre como estão sendo desenvolvidos nos Estados Unidos os novos testes com drogas anticoagulantes para os pacientes em tratamento de trombose. Segundo ele, assim como ocorre no Brasil, existem alguns obstáculos para a padronização e o uso, na prática clínica, dos novos testes. Ele ressaltou que, por serem testes altamente especializados, não estão disponíveis em todos os laboratórios. Na rotina do dia a dia, os testes mais usados ainda são o TTPA e o TP, mesmo que eles não sejam os ideais para pacientes que estão em uso de determinadas drogas, pois não avaliam com precisão suas concentrações no organismo.

“A demora na liberação desses testes é um dos principais obstáculos que enfrentamos. E nesse cenário, eles perdem a importância, pois precisamos de mais agilidade na resposta ao paciente. Hoje, o prazo de entrega dos resultados chega a ser de até três dias”, comentou.

A Stago disponibiliza em suas plataformas testes para monitorar as novas drogas anticoagulantes através da quantificação dos inibidores ligados ao anti –Xa (Rivaroxaban, Apixaban e Edoxan) e também do inibidor direto da trombina (Dabigatran). São ensaios com uma ótima estabilidade, fácil de processar e disponibilidade de resultado 24 horas/ 7 dias da semana. Isto permitirá a médicos prescritores melhor ajuste da dose dos pacientes que necessitam deste acompanhamento.

A Stago promove Palestras Científicas

Como parte de sua estratégia em gerar conhecimento, os visitantes do Congresso também puderam participar de diversos workshops ministrados por profissionais da área de hemostasia no próprio estande da Stago do Brasil.

Conceitos em hemostasia, síndrome antifosfolípide e importância do teste de Dímero-D foram alguns dos temas abordados.

Para o próximo ano, diz Luciane, a proposta é realizar workshops abertos aos clientes para levar informações precisas e que sejam importantes para o dia a dia da gestão laboratorial.

Sobre a Stago

Fundada em 1945 como laboratório farmacêutico, a Stago atua hoje na indústria de diagnóstico in vitro, fornecendo soluções completas de instrumentação para hemostasia e reagentes otimizados para pesquisa e análises de rotina. A empresa oferece os meios e as ferramentas para que laboratórios, médicos e pesquisadores possam diagnosticar e compreender os motivos da trombose e dos diversos distúrbios de coagulação.

Atualmente, conta com mais de 2 mil funcionários em todo o mundo e seus produtos estão disponíveis em mais de 110 países. Sua sede global, assim como as atividades de pesquisa e desenvolvimento (P&D), manufatura e logística estão localizadas em Paris, na França.

Tags:

Adam Cuker, hemostasia, Stago, testes anticoagulantes

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