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O Grupo Pardini mostra como tem lidado com as mais adversas questões que têm surgido desde o início da pandemia e os aprendizados que ficarão

A entrada nos exames de rotina do RT-PCR para detecção do SARS-CoV-2 foi um dos grandes desafios do Grupo Pardini

A pandemia tem impulsionado laboratórios de diagnóstico a reforçarem o seu papel na cadeia de saúde, seja agregando valor ao rastreamento da doença por meio da testagem ou com a diversificação dos serviços para manterem a competitividade no mercado. Muitos projetos foram antecipados, como a máxima digitalização do setor e agora, no momento da retomada das atividades, orientam gestores de empresas na definição dos melhores protocolos para o retorno seguro dos profissionais e da comunidade.

Se nos primeiros meses do cenário pandêmico, todo o sistema de saúde teve que lidar com a falta de kits de teste, insumos e EPI’s, além do escasso conhecimento do novo vírus e da doença, os laboratórios de diagnóstico também sentiam a brusca queda na procura pelos serviços. De início, o Grupo Pardini recorreu a medidas emergenciais para oferecer condições seguras aos seus colaboradores e garantir a saúde financeira da empresa. Afastou os grupos de risco e estabeleceu o trabalho remoto, algumas unidades foram fechadas e houve redução de jornada de profissionais e de atendimento em alguns pontos.

Em relação ao atendimento aos clientes, estruturaram operações para lidar com o crescente aumento das coletas domiciliares, realização de exames em drive-thru, inclusão da telemedicina nos atendimentos, além de adequarem as unidades com áreas separadas para pacientes sintomáticos de Covid-19.

A entrada nos exames de rotina do RT-PCR para detecção do SARS-CoV-2 foi um dos grandes desafios, como relatou o Diretor Executivo de Operações, Guilherme Birchal Collares (CRM 35635-MG). Com um teste desenvolvido, foi preciso estruturar a área de produção em um grande projeto de reengenharia na forma de se fazer biologia molecular dentro do laboratório, o que envolveu a automação da maioria dos processos. “Anteriormente à pandemia fazíamos 40 mil testes/mês no setor de biologia molecular onde são realizados os testes de PCR. Hoje, nossa capacidade instalada é de 20 mil testes/dia só de RT-PCR para Covid-19”, enfatiza o executivo.

Um projeto recente de automação nessa área e em todo o Core Lab (principais exames executados) do Grupo auxiliou na transferência de expertise para que os exames de Covid-19 pudessem ser automatizados e realizados com maior velocidade, segurança e qualidade nos processos.

“Ao longo do tempo passamos a entender melhor os testes, tanto as limitações quanto a performance. Tivemos muita demanda de capacitação dos médicos, muitas dúvidas sobre o tipo de exame a ser utilizado e diante de qual situação”. Nesse sentido, o laboratório oferece apoio com exames que auxiliam no melhor entendimento e manejo de pacientes, que podem indicar a gravidade do caso ou complicações.

A logística foi outro foco de atenção para manter a regularidade dos serviços como laboratório de apoio para mais de seis mil unidades que atendem pelo país. Com a redução da malha aérea, foram feitos investimento em voos fretados para garantir o funcionamento da estrutura e os níveis dos serviços nos locais mais longínquos, oferecendo a continuidade dos serviços diários para mais de duas mil cidades atendidas.

Os serviços de apoio total também aumentaram para o Grupo, pois muitos laboratórios do país reduziram o volume de exames feitos internamente e optaram pela terceirização. Essa foi a forma encontrada para manterem a estrutura funcionando e os seus colaboradores em segurança.

O diagnóstico na retomada

Com o país buscando voltar às suas atividades, o laboratório de diagnóstico tem apoiado essas ações oferecendo suporte no desenvolvimento e orientação de protocolos que visem a segurança ocupacional. O Gestão Saúde é um modelo oferecido para as empresas que indica exames e auxilia na interpretação dos resultados, por exemplo. Os gestores das empresas recebem informação sobre os protocolos que envolvem utilizar exames para rastreamento ou exames para diagnóstico mais precoce. “No início vimos muitos protocolos que não faziam sentido, como empresas utilizando testes sorológicos para diagnóstico de sintomáticos”, comenta Collares.

Hoje, já há estabelecida a capacidade de realização de exames no país que excedem os sintomáticos, como era feito no início, permitindo a testagem de grandes grupos, segundo as peculiaridades e riscos inerentes de cada atividade. Os laboratórios de diagnóstico têm um papel fundamental na realização dos testes nessa retomada, sendo também balizadores das experiências que virão com as reaberturas, que podem levar as práticas protocolares a serem alteradas em qualquer momento.

Espera-se também que nesse retorno, as pessoas realizem os exames de acompanhamento e rastreamento que ficaram pendentes. Mesmo que em geral os números de exames já estejam voltando ao patamar “pré-Covid-19”, há ainda áreas, como de imagem para rastreamento, análises clínicas e anatomia patológica que ainda sentem o impacto da ruptura inicial da pandemia. “Agora conseguimos mensurar melhor os riscos, há mais entendimento dos protocolos de segurança e o risco maior é o de não se fazer os exames. A conta que se paga lá na frente na saúde dessas pessoas pode ser muito maior”, comenta o Dr. Collares sobre pacientes que estão deixando de fazer o diagnóstico precoce e em certos casos podendo até atrasar um tratamento eficaz.

*O Dr. Guilherme Collares foi um dos participantes convidados para trocar experiências no evento “O papel do Diagnóstico na Jornada de Volta ao Trabalho”, um ciclo de três encontros, que contou a presença de players do setor de saúde e teve o apoio da Abbott.

Registro MS: 80146502252/ 80146502250/ 80146502251/ 80146502253/ 80146502282/ 80146502283. ADD-00073737

Tags:

Abbott, Grupo Pardini, laboratórios de diagnóstico, pandemia

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