Empresa também divulga novo método que auxilia no diagnóstico da doença: o Índice de Saúde da Próstata – phi

O diagnóstico precoce do câncer de próstata é importante para determinar o melhor tratamento a que o paciente deve ser submetido

No mês oficial da conscientização sobre o câncer de próstata, o Dr. Adagmar Andriolo, médico patologista clínico da Unifesp, participa de uma série de entrevistas, em diferentes meios de comunicação. A pedido da Beckman Coulter, o especialista faz um alerta para a importância do diagnóstico precoce da doença e informa sobre um exame ainda pouco conhecido no país, capaz de reduzir em até 30% a realização de biópsias desnecessárias: o Índice de Saúde da Próstata – phi.

Logo no primeiro dia do mês, em um bate-papo com a apresentadora Renata Maron, do programa Bem da Terra, do canal Terra Viva, o especialista destacou a necessidade de mudar a cultura masculina para que os homens busquem auxílio médico preventivamente.

Aos telespectadores, ele ressaltou que as mulheres podem ajudar nesse processo, já que têm o hábito de fazer exames regularmente. “Elas podem incentivar os homens a se cuidarem mais”, afirmou.

Dr. Adagmar Andriolo, em entrevista ao programa Bem da Terra

O patologista clínico explicou, ainda, que o câncer de próstata, na maioria das vezes, progride de maneira lenta. Por isso, o diagnóstico precoce é tão importante para determinar o melhor tratamento a que o paciente deve ser submetido, o que interfere na qualidade de vida dele. No jornal O Dia, o Dr. Adagmar lembrou que as chances de cura chegam a 90% quando a detecção do tumor acontece ainda em estágio inicial. Nesse cenário, o phi é fundamental. Ele é mais preciso que o PSA na detecção da doença, além de informar o grau de agressividade do tumor.

Na Rádio Bandeirantes, tanto nos programas RB News como Bandeirantes Acontece, o especialista alertou para a importância de se falar sobre o exame de toque retal, ainda muito estigmatizado entre os homens. Segundo ele, o Novembro Azul serve para isso: quebrar esse tabu. “É importante que os homens entendam que o toque retal não dói. O paciente sente apenas um pequeno incômodo, que dura alguns segundos”, explicou.

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Beckman Coulter, Câncer de Próstata, índice de saúde da próstata (phi)

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