Segundo a Organização Mundial de Saúde, cerca de 7% da população mundial é portadora de alguma hemoglobina anormal

Dada a riqueza genética de nossa população, a expectativa de aumento dos casos de hemoglobinopatias no país, seja ela assintomática ou não, é alarmante. Segundo a Organização Mundial de Saúde, cerca de 7% da população mundial é portadora de alguma hemoglobina anormal. De posse de alguns destes dados estatísticos, enxergamos que o “universo” de doadores, por ser um segmento de indivíduos, em sua maioria, sem sintomatologia, seja uma fonte preciosa de informações para a elaboração de projetos e ações específicas, principalmente no que diz respeito a riscos tardios, assim como com correlações em condutas clínicas.

A partir de junho de 2004, por meio da RDC 153, tornou-se obrigatória a triagem de hemoglobinas S em doadores de sangue, dada a sua alta prevalência em nosso país. Esta RDC incluía também a pesquisa de Hbs anormais, entretanto atualmente a obrigatoriedade está apenas na Hemoglobina S. A mesma RDC menciona que “toda transfusão traz em si um risco, seja imediato ou tardio, devendo, portanto, ser criteriosamente indicado”.

Pelo fato de não ser mais obrigatória a pesquisa de outras hemoglobinas variantes nos doadores, muitos bancos de sangue deixaram de fazer o teste completo, passando a pesquisar somente a HbS, o que foi um retrocesso pois deixamos de detectar vários pacientes que podem estar com algum tipo de hemoglobinopatia assintomática, mas que dependendo do cruzamento destas variantes poderia gerar bebês gravemente afetados.

A Bio-Rad não poderia deixar de atentar aos fatos supracitados, visto que muito pode contribuir com a tecnologia que dispõe. A empresa entende que este tipo de triagem não somente protege o transfundido, como também fornece subsídios valiosos para projetos muito mais amplos no que diz respeito às Hemoglobinopatias no País.

A RDC 153 menciona que “toda transfusão traz em si um risco, seja imediato ou tardio, devendo, portanto, ser criteriosamente indicado”

A Bio-Rad com todo o seu pioneirismo no campo de separação de Hemoglobinas por cromatografia de troca iônica (HPLC), oferece:

– Automação;

– Sensibilidade e especificidade;

– Facilidade de operação;

– Velocidade e robustez;

– Amplitude na detecção;

– Expertise.

A Bio-Rad não poupará esforços para agregar mais esta ferramenta à saúde pública de nosso país. Solicite uma validação e comprove.

Tags:

Bio-Rad, cromatografia de troca iônica, hemoglobinopatias, triagem de hemoglobinas S em doadores de sangue

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