Volume da amostra a ser filtrada, dispositivos de filtração, compatibilidade química, poro e material da membrana usadas na filtração são itens levados em consideração

A filtração é uma etapa muito comum em laboratórios das mais diversas análises – seja em controle de qualidade das indústrias química, bebidas, alimentos, cosméticos, farmacêutica e outras. Mesmo se tratando de uma etapa rotineira, não se pode deixar de prestar atenção aos detalhes e principalmente aos materiais utilizados nessa filtração.

São muitos os tipos de filtros e dispositivos de filtração disponíveis, entre eles estão os filtros de seringa, muito usados para filtração de pequenos volumes e tem aplicação em preparação de amostras analíticas para cromatografia, clarificação de tampões, meio de cultura e reagentes químicos, medicamentos, gases e até culturas celulares A qualidade de fabricação das membranas utilizadas nos filtros, o controle de qualidade na fabricação e a rastreabilidade são fatores chave para a segurança da análise.

Caso os volumes de trabalho sejam maiores – a partir de 100ml, pode-se utilizar unidades de filtração a vácuo com membranas de celulose regenerada, PTFE, nylon, acetato de celulose, polietersulfona entre outros materiais, que permitem que se realize o trabalho de forma rápida, segura e totalmente em conformidade com as regulações obrigatórias.

Outras opções incluem também papéis filtro para análises qualitativas, quantitativas ou gravimétricas nos mais diferentes segmentos – importante frisar que a qualidade do material do papel filtro é essencial para resultados confiáveis. Eles podem ser encontrados em discos, folhas ou formatos plissados em diferentes diâmetros, espessuras, retenção de partículas e taxas de filtração.

Os papéis filtro podem ser de fibra de algodão e quanto maior a porcentagem desse material na construção do papel filtro, melhor será o fluxo da amostra analisada, o que ajuda a garantir análises e resultados mais rápidos.

E por fim os conhecidos filtros de membrana em discos para as mais diferentes aplicações e necessidades, em variados materiais como:

– CN: nitrocelulose – blotting de proteínas ou DNA

– CN (MCE): nitrato de celulose (éster misto de celulose) – retenção de partículas e captura de células em soluções aquosas ou no ar

– CA: acetato de celulose – retenção e remoção de partículas para soluções aquosas ou ar

– RC: celulose regenerada – remoção de partículas para solventes ou soluções aquosas

– PES: polietersulfona – filtrar meios aquosos ou solventes soluções farmacêuticas e misturas

– PA: poliamida – remoção de partículas para solventes

– PTFE: politetra-fluoroetileno para solventes e gases – remoção de partículas

– PC-TEM: membranas gravadas em policarbonato – análise de partículas em solventes ou soluções ou meios aquosos

É válido um maior investimento em materiais e dispositivos de filtração de qualidade, afinal garantir a qualidade de sua análise assegura um produto final de qualidade igual.

A Sartorius tem mais de 140 anos de experiência no desenvolvimento das membranas filtrantes e tem usado a ciência para criar soluções cada vez melhores. O portfólio de filtração de laboratório da Sartorius inclui desde papéis de filtro simples ou membranas microporosas, filtros de seringa, membranas filtrantes, até a última inovação em filtragem.

Fabricados sob as normas da ISO 9001, com materiais de qualidade, a Sartorius agrega seu conhecimento técnico aos melhores suprimentos para levar aos usuários o que há de melhor em dispositivos de filtração para laboratório com facilidade, o desempenho, a qualidade e consistência – qualidade alemã para qualquer análise.

Mais informações:
Sartorius do Brasil
Tel.: (11) 4362-8900
[email protected]

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filtração, Sartorius

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