O objetivo é o desenvolvimento de pesquisa científica que permita a reação rápida a novas ameaças de doenças virais

Pesquisadores especialistas no estudo de vírus se reuniram nesta quarta-feira, dia 12 de fevereiro, com o presidente da Faperj, Jerson Lima Silva, e a diretora Científica da Fundação, Eliete Bouskela, para elaboração de uma proposta de formação de redes de pesquisa em vírus emergentes e reemergentes.

Participaram da reunião os pesquisadores Amilcar Tanuri, pela UFRJ, Fernando Bozza e Thiago Moreno, ambos pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), além dos assessores da Presidência da Faperj Vania Paschoalin, Vitor Ferreira e André Gomes.

O objetivo é o desenvolvimento de pesquisa científica que permita a reação rápida a novas ameaças de doenças virais, como os vírus respiratórios influenza e coronavírus, assim como o ressurgimento de doenças como o sarampo e as constantes ameaças de arboviroses (dengue, febre amarela, Mayaro) que ocorrem no Estado do Rio Janeiro e no Brasil atualmente.

A iniciativa deve seguir o exemplo bem-sucedido das Redes de Pesquisa em Arboviroses, lançadas de forma pioneira pela Faperj, e que permitiram o desenvolvimento de importantes trabalhos demonstrando as implicações das infecções por zika vírus nos casos de microcefalia e acometimento do sistema nervoso.

As novas redes devem contemplar a pesquisa científica e tecnológica em áreas como a fisiopatologia das doenças, clínica médica, diagnóstico e compreensão da interação de vírus emergentes e reemergentes com seus vetores e com o hospedeiro humano.

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FAPERJ, redes de pesquisa em vírus emergentes e reemergentes, vírus

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