Específico para o vírus monkeypox, o teste de qPCR tem amostra coletada por meio de um swab nas lesões e permite diagnóstico rápido e preciso

Produzido por pesquisadores do Núcleo Técnico Operacional (NTO), em Brasília, o teste já está disponível no portfólio de serviços da empresa e tem resultado definido em até três dias

Desenvolvido pelo Grupo Sabin, o exame qPCR permite o diagnóstico do Monkeypox virus com uma amostra coletada por meio de um swab nas lesões provocadas pela doença. Produzido por pesquisadores do Núcleo Técnico Operacional (NTO), em Brasília, o teste já está disponível no portfólio de serviços da empresa e tem resultado definido em até três dias.

A biomédica e gerente do NTO do Sabin, Graciella Martins, explica que dentro do laboratório foi desenhado um plano direcionado para detecção do vírus com os resultados iniciais que comprovaram a eficácia da metodologia – ainda na etapa de validação – e confirmaram que o DNA identificado na amostra é de fato do monkeypox virus.

Ainda segundo a especialista, “a implementação rápida do exame pode contribuir com as estratégias das autoridades sanitárias para controle da transmissão viral”. Além disso, a biomédica observa que “a oferta de exames também na rede privada pode aliviar a demanda e encurtar o tempo de diagnóstico”.

Atualmente, são considerados casos suspeitos pessoas que apresentem erupções cutâneas agudas em qualquer parte do corpo (incluindo região genital) sugestivas de monkeypox, associadas a febre, dor de cabeça e linfoadenomegalia, que é o inchaço dos gânglios linfáticos, e com histórico de viagem para países endêmicos ou contato próximo com indivíduo infectado.

Clinicamente menos grave que a varíola humana, a varíola dos macacos foi identificada em 1958 e é transmitida pelo vírus monkeypox. A doença zoonótica viral é confirmada por meio de exames e a partir confirmação diagnóstica, o indivíduo deve permanecer em isolamento de contato conforme recomendação médica.

Grupo Sabin: investimento e pioneirismo no cuidado

Referência em medicina diagnóstica, o Grupo Sabin tem histórico em investimentos contínuos para os cuidados com a saúde da população brasileira. A empresa, que foi uma das pioneiras no país a desenvolver os testes para detecção da Covid 19 – antes mesmo do primeiro caso ser confirmado no Brasil – também tem em sua história o protagonismo no combate à dengue, zika e chikungunya, quando em 2016, lançou o exame de detecção das três doenças com uma única amostra de sangue.

O Grupo Sabin possui um portfólio com mais de 7.300 serviços de saúde, desde análises clínicas, diagnósticos por imagem, vacinação e check-up executivo. Fundado em Brasília, pelas bioquímicas Janete Vaz e Sandra Soares Costa, o Grupo Sabin está há 38 anos no mercado. Presente em 12 estados e no Distrito Federal.

A empresa conta com mais de 6.700 colaboradores e soma 323 unidades distribuídas de norte a sul do país. Além da medicina diagnóstica, a empresa atua em APS, com a Amparo Saúde, e lançou no ano passado, a plataforma integradora de serviços de saúde, Rita Saúde.

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