Marcelo Lorencin participa nesta quarta-feira, dia 24, em Buenos Aires, do 10º Congresso Argentino de Bioquímica da Qualidade no Laboratório Clínico

Marcelo Lorencin, CEO da Shift

“Informação é o petróleo do século 21. E analytics é o motor de combustão”. A frase, do empreendedor Gideon Gartner, considerado patriarca da indústria de TI, define o papel da tecnologia na atualidade. Mas para usar a tecnologia de maneira favorável é preciso compreender o real valor dos dados e as melhores estratégias para utilizá-los. E é sobre isso que Marcelo Lorencin, CEO da Shift, vai falar nesta quarta-feira, dia 24 de outubro, no 10º Congresso Argentino de Bioquímica da Qualidade no Laboratório Clínico – Calilab 2018, em Buenos Aires.

O Calilab 2018 é um evento científico que reúne os principais players do setor na Argentina. A participação de Lorencin no evento visa a consolidação da Shift no país vizinho e mira a expansão internacional da empresa. Só na Argentina, a Shift processa cerca de 5 milhões de exame por ano.

“A era digital traz novos negócios e pode ser uma solução ou parte da solução para resolver a equação da saúde. Abrir mão dos dados, sejam de pacientes ou do seu negócio, pode fechar portas”, afirma Lorencin.

Para o CEO e fundador da Shift – empresa brasileira que processa 230 milhões de exames por ano – a evolução da saúde depende dos avanços da tecnologia e o próximo desafio no setor será entregar sistemas cada vez mais acessíveis, de qualidade e com maior capilaridade.

Pesquisa da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial, em parceria com a Shift Consultoria e Sistemas, analisou 93,2 milhões de exames durante um ano. Apenas 5,4% dos exames laboratoriais não foram acessados pelos pacientes. Os dados mostram a importância do setor para medicina laboratorial e diagnóstica para a saúde.

Com um ecossistema da saúde cada vez mais interdependente é possível aplicar soluções com base na análise de dados para o desenvolvimento do setor. “Ainda não sabemos como de fato iremos monetizar base de dados, mas sem dúvida poderemos ter ‘insights’ e informações importantes sobre nossa base e devemos ser muito cautelosos com nossa estratégia de dados”, afirma Lorencin.

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Calilab 2018, Marcelo Lorencin, Shift

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