A utilização de métodos de diagnóstico laboratorial visa não somente à confirmação dos achados clínicos, mas pode fornecer importantes informações epidemiológicas

A Leishmaniose Tegumentar (LT) constitui um problema de saúde pública em 85 países, com registro anual de 0,7 a 1,3 milhão de casos novos. É considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma das 6 mais importantes doenças infecciosas.

A Leishmaniose Tegumentar é uma doença infecciosa, não contagiosa, que provoca úlceras na pele e mucosas. A doença é causada por protozoários do gênero Leishmania. No Brasil, há várias espécies de Leishmanias envolvidas na ocorrência de casos. As mais importantes são: Leishmania (Leishmania) amazonenses e L.(V.) braziliensis.

A Leishmania (Leishmania) amazonensis é distribuída pelas florestas primárias e secundárias da Amazônia legal (Amazonas, Pará, Rondônia, Tocantins e Maranhão). Sua presença amplia-se para o Nordeste (Bahia), Sudeste (Minas Gerais e São Paulo), Centro-Oeste (Goiás) e Sul (Paraná).

A Leishmania (Viannia) braziliensis foi a primeira espécie de Leishmania descrita e incriminada como agente etiológico da LT. É a mais importante, não só no Brasil, mas em toda a América Latina. Tem ampla distribuição, desde a América Central até o norte da Argentina. Esta espécie está amplamente distribuída em todo país.

O cenário atual do tratamento da leishmaniose no Brasil apresenta características peculiares pela variedade dos contextos onde acontece a transmissão para o ser humano. Esta diversidade estaria relacionada com as espécies do parasito, dos vetores, dos reservatórios e dos ecossistemas. A apresentação clínica exibe polimorfismo e o espectro de gravidade dos sinais e sintomas também é variável, embora exista certa correspondência entre as distintas apresentações clínicas e as diferentes espécies do parasito.

A utilização de métodos de diagnóstico laboratorial visa não somente à confirmação dos achados clínicos, mas pode fornecer importantes informações epidemiológicas, como a identificação da espécie de Leishmania circulante, para orientar quanto às medidas a serem adotadas para o controle do agravo.

A fim de evitar complicações e facilitar a cura do paciente, a doença deve ser diagnosticada e tratada o mais rápido possível. Para isso, a ECO Diagnóstica possui o LSH Cutânea ECO Teste.

Trata-se de um teste rápido exclusivo para a detecção qualitativa de antígenos de espécies de Leishmania em lesões cutâneas ulcerativas (L. braziliensis, mexicana, amazonensis e panamensis).

O kit libera o resultado em 20 – 30 minutos com apenas 20ul de amostra tratada. Possui controle positivo/negativo (controle opcional) e dispositivo estéril, solução diluente e lise para a coleta e tratamento da amostra, tornando o kit completo para uso em campo, sem a necessidade de qualquer estrutura laboratorial.

Apresenta sensibilidade em população não endêmica de 96% e sensibilidade e especificidade de 100% e 84%, respectivamente, em população endêmica. Possui certificado da Comunidade Europeia (CE) e FDA (EUA) (Insumos) e registro da Anvisa.

O kit possui procedimento para coleta de amostra simples e de fácil manuseio:

 

 

 

 

 

 

 

Informações adicionais podem ser obtidas com a ECO Diagnóstica no setor de vendas: [email protected] – (31) 3653-2025.

Fonte:

– Ministério da Saúde. Manual de Vigilância da Leishmaniose Tegumentar. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_vigilancia_leishmaniose_tegumentar.pdf.

– Leishmaniose tegumentar americana (LTA). Disponível em: http://portalms.saude.gov.br/saude-de-a-z/leishmaniose-tegumentar-americana-lta

Tags:

ECO Diagnóstica, leishmaniose tegumentar, LSH Cutânea ECO Teste

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