Benchmarking realizado pela empresa apontou que prioridade na área operacional é investimento em automação laboratorial para melhorar eficiência em processos

A pesquisa foi realizada com o objetivo de entender o mercado e trabalhar de forma colaborativa com parceiros para a expansão do ecossistema de saúde

Pesquisa de benchmarking realizada pela Shift, empresa brasileira de Tecnologia da Informação para medicina diagnóstica, revelou a tendência para investimentos em automação laboratorial até 2020, tendo em vista a melhoria da eficiência operacional e agilidade e segurança na entrega de resultados.

A pesquisa foi realizada com o objetivo de entender o mercado e trabalhar de forma colaborativa com parceiros para a expansão do ecossistema de saúde.

O benchmarking é um processo de comparação de produtos, serviços e práticas empresariais, sendo um importante instrumento de gestão das empresas.

Para o fundador e CEO da Shift, Marcelo Lorencin, a pesquisa foi realizada pela relevância da base de parceiros da empresa no mercado de medicina diagnóstica, que hoje representa quase 17% do volume de exames realizados anualmente no país e 80% deles possuem pelo menos uma acreditação ou certificação de qualidade.

“Somos uma empresa consolidada no mercado, com mais de 20 mil usuários e que vem crescendo 20% ao ano nos últimos seis anos, atuando também em mais quatro países da América Latina (Argentina, Uruguai, Paraguai e Bolívia). Nessa perspectiva, a Shift tem o propósito de trabalhar de maneira colaborativa e essa experiência foi muito interessante, dando possibilidade de entendermos como está o mercado e suas necessidades, para agregar valor ao ecossistema de saúde”, afirmou Lorencin.

Os dados apontaram que os laboratórios que registraram maior investimento em tecnologia apresentaram uma taxa de quase 70% do volume de exames verificados automaticamente – um alto índice de produtividade e eficiência operacional nesse critério.

Outro grande destaque é o investimento na jornada do paciente. De acordo com Vinícius Pradella, supervisor de Marketing e Inteligência de Mercado da Shift, essa área vem se consolidando como frente estratégica, onde se consegue de fato trazer grande experiência para o atendimento, desde como o paciente é recebido até ao pós atendimento e relacionamento. “É uma área muito trabalhada e continua como prioridade. Os dados apontaram que todos os laboratórios já implementaram ou têm projeto definido para melhorar a experiência do paciente, onde laboratórios chegam a ter um tempo médio de atendimento de cerda de 8 minutos”, disse.

Perfil dos participantes

98% dos participantes do benchmarking da Shift apresentam nível de gestão, como proprietários de laboratórios, CEOs, diretores e gerentes, dando maior peso aos dados da pesquisa.

A pesquisa apontou a 78% dos entrevistados possuem ao menos um tipo de acreditação, fator que se torna cada vez mais relevante não só para a confiabilidade dos laboratórios, mas para a segurança do paciente. Dos 22% dos laboratórios que não têm qualquer programa de qualidade, metade deles está em processo de conseguir e a outra metade pretende começar o processo em até dois anos.

Em relação ao campo de atuação, a tendência do mercado é o crescimento da atuação em áreas de prevenção, como vacinas e imagem. A pesquisa aponta que mais de 30% planejam atuar nesses segmentos.

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automação laboratorial, benchmarking, Shift

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