Agora, a unidade da Greiner Bio-One de Americana, SP, produz placas de Petri de 90x15mm, e possui estoque local que pode chegar rapidamente às bancadas de todo país

Contribuindo para a ciência dar um passo à frente, a Greiner Bio-One desenvolveu, produziu e apresentou ao mercado, em 1963, a primeira placa de Petri de plástico, tornando-a referência de mercado e uma das principais fornecedoras da área, com produção superior a 120 milhões de unidades por ano na Europa.

Nada mais justo do que trazer, diretamente dos pioneiros, a tecnologia e know-how consagrados mundialmente, para suprir o mercado brasileiro com a melhor placa de Petri. Agora, a unidade da Greiner Bio-One de Americana, SP, produz placas de Petri de 90x15mm, e possui estoque local que pode chegar rapidamente às bancadas de todo país.

De uso indispensável em laboratórios microbiológicos para o crescimento de microrganismos como bactérias e fungos, as placas de Petri estão disponíveis em diversos formatos e tamanhos, para cada tipo de necessidade. Com excelente transparência ótica para análises microscópicas, bem como resistência ao calor (podem ser usadas com ágar quente), são produzidas em poliestireno de alta qualidade e são as mais leves do mercado, contribuindo para práticas sustentáveis na redução de resíduos descartados. Além disso, possuem pequena borda na tampa permitindo uma quantidade limitada de troca de ar – que é requisito essencial para o crescimento aeróbico de bactérias e fungos, são fáceis de empilhar e compatíveis com os principais equipamentos automatizados disponíveis no mercado.

A esterilização é feita por radiação ionizante (E-Beam), por ser um processo livre de resíduos e ecológico, além de não causar impactos na qualidade do ar ou da água. Outra vantagem dessa metodologia de esterilização é o menor tempo de exposição, evitando rompimentos e efeitos de envelhecimento a longo prazo, fator que pode ocorrer com polipropileno quando submetido à radiação prolongada. Dessa forma, as placas de Petri da Greiner oferecem alto grau de segurança e eficiência para pesquisas médicas e farmacêuticas, principalmente em relação as placas esterilizadas por outras metodologias (ex: óxido de etileno – ETO, altamente tóxico e agressivo ao ambiente externo).

Origem e evolução das placas de Petri

Antigamente, todas as culturas eram realizadas por meio de tubos de vidro com declives. A placa de Petri foi inventada e aprimorada na década de 1880 pelo físico militar Julius Richard Petri e, por isso, recebe este nome. Ele percebeu a vantagem de culturas em crescimento em placas abertas, ao invés de tubos, para aumentar a área de estrias para a obtenção de colônias isoladas.

Nesta época, a tecnologia que dispunham em laboratórios de microbiologia era jarros e garrafas. Aplicavam-se os meios de cultura numa base de ágar em uma placa aberta de vidro, que era coberta com uma campânula, também de vidro. Como a campânula era removida toda vez que precisasse visualizar as culturas, a exposição ao ar era contínua, o que resultou na contaminação de vários de seus experimentos. A frustração de Petri permitiu que ele buscasse uma nova forma para alcançar resultados mais exatos em suas pesquisas.

Em 1887, Julius Petri teve a ideia de colocar uma tampa um pouco maior na parte superior da placa que continha os meios de cultura. Mais simples, este método provou também ser mais confiável que a campânula, resultando assim, o formato conhecido da placa de Petri. Petri publicou mais de 150 artigos sobre bacteriologia e higiene, e sua invenção o eternizou. Devido às necessidades da época, as placas de Petri só existiam na versão de vidro que possuía algumas limitações como: manutenção de limpeza cada vez que fossem utilizadas para um novo propósito para não contaminar os estudos posteriores, cuidados especiais para evitar quebra, rachaduras, e a questão da variação não controlada da troca de ar.

As grandes conquistas da ciência, como crescimento de células com circuitos eletrônicos integrado, clonagem de órgãos, melhor entendimento do comportamento dos vírus e muitas outras, são pesquisas que foram iniciadas utilizando a placa de Petri. Embora outros métodos de estudo de microrganismos em laboratório estão surgindo, a necessidade de ter uma capacidade básica confiável de cultura rápida de microrganismos num ambiente estéril sempre existirá.

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Greiner Bio-One, laboratórios microbiológicos, placa de petri

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